Um incidente trágico ocorreu no último sábado (25) em um parque aquático em Olinda, na Região Metropolitana do Recife, onde um menino de 7 anos, identificado como Bryan Henrique de Souza de Barros, perdeu a vida após se afogar. O garoto estava se divertindo com a mãe e amigos na área infantil do parque, utilizando os escorregadores aquáticos, quando a situação se tornou fatídica.
De acordo com a mãe de Bryan, ela estava acompanhando o filho de perto, mas precisou se afastar por alguns minutos para ir ao banheiro. Ao voltar, encontrou a criança fora da água e um clima de desespero tomou conta do local. Embora Bryan tenha sido retirado da piscina por uma visitante e não pelos guarda-vidas do parque, a situação já era crítica.
A mãe do menino fez uma denúncia importante, apontando que a piscina onde Bryan brincava alternava entre áreas rasas e mais profundas, mas não havia placas indicativas sobre a profundidade ou a altura mínima recomendada. Além disso, a criança não sabia nadar, o que aumentou os riscos envolvidos.
Apesar da presença de guarda-vidas no parque, a família alegou que nenhum profissional estava monitorando Bryan no momento do acidente. Para agravar a situação, os funcionários do local não conseguiram realizar os procedimentos adequados de reanimação cardíaca e primeiros socorros. Bryan foi socorrido e levado a uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA), mas não conseguiu resistir.
Após o ocorrido, o parque aquático, que costuma funcionar apenas aos finais de semana, não reabriu no dia seguinte. A direção do estabelecimento informou que ainda não há previsão para a retomada das atividades. A Polícia Civil foi ao local para iniciar as investigações e realizar perícias. Em nota, a polícia comunicou que só se pronunciará oficialmente sobre as responsabilidades após a conclusão do inquérito policial.





