O Partido dos Trabalhadores (PT) no Paraná está adotando estratégias para afastar Deltan Dallagnol, ex-procurador da Lava Jato e candidato pelo Novo, da corrida eleitoral ao Senado Federal. Com as eleições agendadas para o dia 4 de outubro, a preocupação do PT é garantir que Gleisi Hoffmann não enfrente riscos de ficar sem mandato a partir de 2026.
A situação jurídica de Deltan Dallagnol é complexa, pois há divisões entre os especialistas sobre sua elegibilidade. Parte do mundo jurídico argumenta que, por ele não ter sido condenado em segunda instância, não há justificativa para sua exclusão da disputa. No entanto, a alegação de cassação do registro de candidatura não esclarece se ele estaria impedido de concorrer nas próximas eleições por um período de oito anos.
A narrativa de inelegibilidade vem sendo reforçada por segmentos da esquerda, que sustentam que Dallagnol precisa passar por mais uma eleição antes de poder concorrer novamente. Essa estratégia é vista como uma forma de minimizar a concorrência na corrida ao Senado, onde Gleisi Hoffmann é uma das principais candidatas.
Além dessa disputa, outras questões políticas em Curitiba também estão em pauta. Thadeu Wojciechowski, por exemplo, tomou posse na Academia Paranaense de Letras, enquanto a esquerda ampliou sua bancada na Câmara de Curitiba com a posse de dois novos vereadores. Essas movimentações refletem o cenário político em transformação na capital paranaense.
A dinâmica eleitoral se intensifica à medida que a população idosa cresce e a cidade se prepara para enfrentar novos desafios. Com a presença de candidatos e a busca por apoio popular, as estratégias dos partidos se tornam cada vez mais relevantes para garantir uma representação adequada nas esferas legislativas.
A disputa pelo Senado e os desdobramentos políticos no Paraná são acompanhados de perto, especialmente com a presença de figuras como Sergio Moro, que se tornou alvo de adversários no contexto eleitoral. O cenário se torna ainda mais interessante com a participação de novos grupos e a mobilização de diferentes segmentos da sociedade, que buscam ter voz nas decisões políticas.





