O vereador Lórens Nogueira, que está em seu primeiro mandato pelo Progressistas, teve sua situação política agravada após ser afastado por 90 dias da Câmara Municipal de Curitiba. A decisão da Justiça ocorre em meio a um processo em que a Comissão Processante, composta por Da Costa (Pode), Meri Martins (Republicanos) e Serginho do Posto (PSD), aprovou um parecer que sugere a cassação do seu mandato devido a acusações de envolvimento em 'rachadinha'.
Com a aprovação do parecer, o próximo passo será a votação no plenário da Câmara, onde a decisão final sobre a cassação de Lórens Nogueira dependerá da aprovação de dois terços dos vereadores. A votação será nominal e deverá ocorrer até o final da tarde de hoje, podendo ser realizada em uma sessão ordinária ou extraordinária, a depender das deliberações internas.
A defesa do vereador Nogueira refutou as acusações, afirmando que não há evidências concretas que comprovem a prática de 'rachadinha'. Essa denúncia foi protocolada no mesmo dia em que a Operação Déjà-Vu foi deflagrada, por membros da bancada do Novo, que na época contava com Eder Borges, Indiará Barbosa, Amália Tortato, Guilherme Kilter e o ex-vereador Bruno Secco.
Ainda há uma possibilidade para que a defesa de Lórens Nogueira entre com um pedido de liminar, visando suspender a decisão da Comissão Processante até que o processo seja julgado pela Justiça. Essa estratégia pode ser a última tentativa para evitar a cassação do mandato do vereador, que gera grande repercussão na política curitibana.
Em meio a esse cenário, a situação política no Paraná também está em ebulição, com outros eventos e movimentações que podem impactar as eleições de 2027. O ambiente político está agitado, com diversas candidaturas e articulações em curso, refletindo um período de intensas mudanças e disputas eleitorais.





