A Paraná Pesquisa, conduzida por Murilo Hidalgo, revela que Deltan Dallagnol (Novo) e Alexandre Curi (Republicanos) lideram a corrida pelas duas cadeiras do Senado Federal que o Paraná possui. O levantamento aponta que esses candidatos estão à frente de Gleisi Hoffmann (PT), Filipe Barros (PL) e Cristina Graeml (PSD), que também buscam um espaço na disputa.
Na pesquisa espontânea, um dado que chama a atenção é o alto percentual de indecisos, que chega a 76,8%. Os votos brancos e nulos somam 5,3%. Entre os candidatos, Deltan Dallagnol aparece com 6,6% das intenções de voto, seguido por Gleisi Hoffmann com 4,1%, Filipe Barros com 2,7%, Alexandre Curi com 2,6%, e Cristina Graeml com 1%. Outros nomes mencionados, como Alvaro Dias (MDB) e Dr. Rosinha (PT), obtiveram 0,7% e 0,5%, respectivamente.
Quando a pesquisa é realizada de forma estimulada, apresentando os nomes dos candidatos, Deltan Dallagnol lidera com 34% das intenções de voto. Alexandre Curi segue com 29,6%, enquanto Gleisi Hoffmann registra 28,1%. Filipe Barros conquista 26%, e Cristina Graeml alcança 17,2%. Dr. Rosinha aparece com 12,3%, e Joaquim do MLB (UP) com 1,5%. A pesquisa ainda mostra que 5,9% dos entrevistados não souberam ou não opinaram, e 7,8% optaram por nenhum, voto em branco ou nulo.
Além das intenções de voto, a Paraná Pesquisa também avaliou as rejeições entre os candidatos. Gleisi Hoffmann lidera esse aspecto, com 42,2% dos entrevistados afirmando que não votariam nela. Deltan Dallagnol tem uma rejeição de 13%, e Dr. Rosinha, de 12,1%. Alexandre Curi aparece com 8,5% de rejeição, seguido por Filipe Barros com 7,4% e Cristina Graeml com 6,7%. Joaquim do MLB e Karen Guerreiro têm rejeições de 4,8% e 4,7%, respectivamente. A pesquisa também indica que 15,5% não souberam ou não opinaram e 7,4% afirmaram que poderiam votar em todos os candidatos.
O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número PR09048/2026, referente aos cargos de Governador e Senador. A coleta de dados ocorreu entre os dias 13 e 16 de agosto de 2026, com uma margem de erro de 2,6 pontos percentuais e um nível de confiança de 95%.




