Durante a operação, as equipes policiais identificaram problemas nas ligações elétricas e nos sistemas de medição, com evidências de desvio de energia e de consumo que não estava sendo registrado de forma adequada pelos equipamentos. Os responsáveis pelos comércios foram levados à Delegacia de Polícia, onde foram registrados 11 boletins de ocorrência. Cada caso será analisado separadamente.
A operação contou com a participação de 23 veículos e aproximadamente 46 agentes, incluindo sete viaturas da Polícia Civil, três da Polícia Militar, além de dez veículos da concessionária de energia e três da Prefeitura de Ilhabela.
A Polícia Civil alertou que a prática conhecida como "gato de energia" pode ser considerada um crime, não se restringindo a uma simples irregularidade administrativa. A alteração de ligações, medidores ou outros dispositivos para impedir o registro correto do consumo é classificada como furto de energia elétrica, segundo a legislação vigente.
Além das implicações criminais, os envolvidos nas irregularidades podem enfrentar sanções administrativas e a cobrança retroativa dos valores referentes ao consumo irregular. As investigações relacionadas aos 11 casos têm como objetivo determinar a responsabilidade de cada um dos envolvidos e esclarecer os métodos utilizados para a realização das fraudes.





