O ex-procurador da Lava Jato, Deltan Dallagnol, se tornou uma figura central nas eleições ao Senado no Paraná, com seu futuro político podendo impactar a carreira do governador Carlos Massa Ratinho Junior (PSD). Se Dallagnol, candidato pelo Novo, for eleito e o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) anular o resultado, uma nova eleição suplementar será necessária para escolher dois senadores do estado. Essa situação tornaria as urnas de 2026 irrelevantes para a definição do Senado no Paraná.
Caso uma nova disputa ocorra, Ratinho Junior poderá se candidatar e assim tentar manter sua influência política, uma vez que, a partir de cinco de janeiro, ele poderá enfrentar um período de incertezas, similar ao que outros políticos já experimentaram. Essa possibilidade de reeleição é vista como uma forma de prolongar sua trajetória política.
A eleição de Sandro Alex (PSD) pode garantir um papel significativo para Ratinho Junior em seu secretariado. No entanto, se Sergio Moro (PL) conquistar a governadoria, a melhor alternativa para a sobrevivência política de Ratinho Junior poderá ser a participação em uma eleição suplementar.
As movimentações políticas estão intensas, e o cenário eleitoral se complica com as possibilidades de mudanças na liderança do estado. A definição do futuro político de Dallagnol é, portanto, um fator crucial que poderá determinar não apenas seu destino, mas também o de Ratinho Junior e a composição do Senado Federal.
Além disso, a política paranaense se mostra dinâmica, com novas pesquisas indicando um crescimento de Sandro Alex, enquanto Sergio Moro lidera as intenções de voto. As próximas semanas prometem ser decisivas para todos os envolvidos, com os resultados eleitorais moldando o futuro político do estado e de seus principais atores.



