A pesquisa mais recente realizada pela Alfa Inteligência aponta Sergio Moro (PL) como líder nas intenções de voto para o governo do Paraná, com 37% de apoio. O ex-juiz segue em primeiro lugar na disputa pela sucessão de Carlos Massa Ratinho Junior (PSD). Em segundo lugar, Sandro Alex (PSD) aparece com 28% das intenções, enquanto Requião Filho (PDT) registra 24%. Considerando a margem de erro de 2,8 pontos percentuais, Sandro Alex e Requião Filho estão tecnicamente empatados, apesar de Sandro ter uma vantagem numérica de quatro pontos sobre o candidato do PDT.
Os demais candidatos não apresentam expressividade nas intenções de voto. Tayná Miessa (UP) obteve 2%, enquanto Adriano Funileiro (PCO) alcançou 1%. Os candidatos Alexandre Salomão (Mobiliza), Luiz França (Missão) e Samuel de Mattos (PSTU) não pontuaram. A soma de votos brancos e nulos é de 4%, com 4% de entrevistados que não souberam ou não responderam.
Em um possível segundo turno, a pesquisa revela um confronto entre Sergio Moro e Sandro Alex, onde Moro teria 40,2% contra 30,4% de Alex. Requião Filho aparece com 26,1% nesse cenário. O instituto também testou três possíveis confrontos para uma eventual segunda etapa da eleição. No primeiro deles, Moro aparece com 46% e Sandro Alex com 43%, configurando um empate técnico devido à margem de erro.
No segundo cenário, Sandro Alex registra 45% contra 34% de Requião Filho. Neste caso, 12% dos entrevistados optaram por votos brancos ou nulos, enquanto 9% não souberam ou não responderam. O terceiro cenário mostra Sergio Moro com 50% e Requião Filho com 37%, com 8% indicando voto em branco ou nulo e 5% sem resposta.
Ao considerar apenas os votos válidos, Sergio Moro obtém 51,7% contra 48,3% de Sandro Alex no primeiro cenário. No confronto direto com Requião Filho, a divisão é de 57,5% a 42,5%. Entre Sandro Alex e Requião, o resultado é de 57% a 43%.
A pesquisa também investigou o grau de definição do voto entre os entrevistados. Resultados indicam que 56% afirmam estar totalmente decididos, enquanto 24% ainda não decidiram e 17% estão inclinados a mudar de candidato. Outros 3% não souberam ou não responderam.
