As apostas sobre a votação dos candidatos Felipe Francischini, do Podemos, e Fernando Francischini, do PL, não se concretizaram como muitos esperavam. Ambos os candidatos conseguiram se eleger para a Câmara Federal, mesmo com previsões que indicavam que seus votos seriam semelhantes.
Além disso, a deputada estadual Flavia Francischini, esposa de Fernando e madrasta de Felipe, foi considerada uma forte concorrente ao cargo na Assembleia Legislativa do Paraná (Alep). A expectativa era que Lu Bonato, mãe biológica de Felipe e madrasta de Flavia, pudesse confundir os eleitores e prejudicar a candidatura de Flavia. No entanto, essa suposição também não se confirmou.
Os resultados eleitorais mostraram que tanto os homens quanto as mulheres da Clã Francischini foram bem-sucedidos em suas campanhas, com os homens ocupando cadeiras na Câmara Federal e as mulheres garantindo espaços na Assembleia Legislativa. Isso reflete uma dinâmica interessante dentro da política paranaense, onde os votos se distribuíram de forma que desafiou as previsões feitas por analistas e eleitores.
As eleições de 2026 foram marcadas por uma série de surpresas, e a Clã Francischini se destacou em meio a um cenário político dinâmico. Com a eleição de 54 deputados estaduais e 30 deputados federais, o pleito trouxe novas configurações e representações para o estado do Paraná, onde figuras conhecidas, como Sergio Moro e Flavio Bolsonaro, também tiveram papel destacado.
Essa movimentação política evidencia a complexidade do cenário eleitoral atual, onde alianças e estratégias podem mudar rapidamente, impactando a escolha dos eleitores e a composição das casas legislativas. O futuro da política paranaense parece promissor, com novas vozes e representações emergindo neste ciclo eleitoral.


