A influenciadora Bia Miranda se manifestou após a apreensão de dólares falsificados, joias, um carro e aparelhos eletrônicos em sua residência pela Polícia Civil do Rio de Janeiro. A ação faz parte da segunda fase da Operação Desfortuna, que investiga a divulgação de plataformas de apostas ilegais nas redes sociais. Bia é alvo de investigação por usar itens chamativos, como dinheiro falso, para atrair seguidores e apostadores potenciais.
Nas redes sociais, Bia negou irregularidades, afirmando que as cédulas tinham finalidade cenográfica. Ela explicou que planejava uma sessão de fotos inspirada em influenciadoras estrangeiras, com dinheiro e joias ao redor. Apesar da justificativa, a influenciadora reconheceu em depoimento que usava os dólares em vídeos, o que reforça a investigação sobre promoção de jogos de azar.
Durante a operação, a polícia recolheu dispositivos eletrônicos para análise e solicitou à Justiça o bloqueio de contas bancárias ligadas a Bia. Ela já havia sido mencionada em uma fase anterior da operação, e até o momento, não houve manifestação oficial da defesa além das redes sociais.
A Operação Desfortuna mira influenciadores envolvidos na promoção de jogos ilegais on-line, com indícios de lavagem de dinheiro e organização criminosa. Relatórios financeiros indicam movimentações suspeitas que ultrapassam os R$ 4 bilhões, evidenciando enriquecimento incompatível com a renda declarada. Durante a operação, o influenciador Mau Mau foi preso em flagrante com uma arma raspada, crime previsto na legislação brasileira.





