No final de semana, a cidade de Pomerode, em Santa Catarina, chamou a atenção por sua segurança pública, com muros baixos e a ausência de policiais nas ruas. A presença de câmeras de segurança e o forte senso comunitário são fatores que contribuem para a segurança local, que registra baixos índices de criminalidade.
Apesar de ter havido um homicídio em 2024 após anos sem ocorrências, a cidade ilustra que segurança pública não se resume à polícia, mas envolve organização social, gestão local e a presença contínua do Estado. Pomerode exemplifica que a integração entre forças de segurança e uma comunidade ativa são essenciais para a manutenção da ordem.
No Paraná, a segurança pública frequentemente é tratada como uma promessa eleitoral, mas Pomerode mostra que a continuidade e a coordenação são fundamentais. A cidade não utiliza recursos escassos, mas sim uma abordagem metódica e um compromisso político real com a segurança.
O modelo de Pomerode desafia a narrativa de que a complexidade do problema é a razão para a ineficácia em segurança pública. A gestão eficiente e a priorização da segurança como base do desenvolvimento são cruciais para garantir um futuro seguro e organizado.





