Na sessão plenária realizada na terça-feira, 29 de abril de 2026, a Assembleia Legislativa do Paraná (Alep) foi palco de uma acalorada discussão entre os deputados Do Carmo, do Pode, e Matheus Vermelho, do PL. O desentendimento teve início em decorrência de um projeto de lei que propunha a implementação de emendas parlamentares impositivas no estado.
A situação se intensificou a ponto de Arilson Chiorato, deputado estadual do PT, precisar intervir para conter os ânimos exaltados entre os dois parlamentares. A discussão acalorada e as ofensas trocadas entre Do Carmo e Matheus Vermelho chamaram a atenção dos demais deputados presentes no plenário.
Após a intervenção, o presidente da Alep, Alexandre Curi, que é do PSD, buscou apaziguar a situação. Ele se reuniu separadamente com Matheus Vermelho e Do Carmo para discutir a possibilidade de uma reconciliação. Ao final das conversas, foi acordado que ambos se encontrariam na próxima semana para um gesto de boa vontade, apertando as mãos.
Esse episódio ilustra as tensões que podem surgir entre os deputados em discussões sobre projetos relevantes, como o que visa a implementação de emendas parlamentares impositivas, uma questão que pode impactar diretamente a atuação dos parlamentares e a destinação de recursos no Paraná.
A Alep, como um espaço de debates e decisões políticas, continua a ser um ambiente onde divergências de opiniões são frequentes, e a troca de ideias, mesmo que acaloradas, faz parte do processo legislativo. A expectativa agora recai sobre a próxima reunião entre Do Carmo e Matheus Vermelho, que poderá indicar se a situação foi realmente superada.
A troca de ofensas no plenário não apenas destaca a polarização política, mas também levanta questões sobre como os parlamentares gerenciam suas diferenças em um ambiente que deve ser colaborativo e produtivo para a sociedade paranaense.





