Bruno Secco, que até recentemente ocupava uma cadeira na Câmara Municipal de Curitiba, teve seu mandato cassado no primeiro semestre deste ano devido a um erro de numeração relacionado à Justiça Eleitoral. A situação resultou na cassação da chapa do PMB por questões de cota de gênero.
Apesar da perda do cargo, Secco se destacou na eleição para a Assembleia Legislativa do Paraná, sendo o candidato mais votado da chapa do Novo, alcançando um total de 82.896 votos. Essa votação expressiva garantiu a ele uma nova oportunidade na política, pois ele assumirá a cadeira de deputado estadual a partir do dia 1º de fevereiro de 2026.
Na disputa pela Assembleia, Luiz Fernando Guerra, que buscava a reeleição, ficou na segunda posição em número de votos. O deputado estadual Fabio Oliveira, que havia migrado do Podemos para o Novo durante a janela de transferência em abril, terminou a eleição como segundo suplente.
A eleição de 2026 trouxe à tona o desafio enfrentado por candidatos como Secco, que, após uma experiência tumultuada na Câmara Municipal, conseguiram reverter a situação e reconquistar a confiança do eleitorado. A dinâmica política e a cota de gênero continuam a ser temas relevantes nas discussões eleitorais no Brasil.
Além disso, a assembleia formada por 54 deputados estaduais eleitos em 2026 reflete as mudanças e as novas configurações políticas do estado, que também contará com 30 deputados federais eleitos. O cenário político se torna ainda mais interessante com a presença de figuras como Sergio Moro, que venceu no primeiro turno para o governo do Paraná, e Flavio Bolsonaro, que se apresenta como forte candidato no segundo turno contra Lula.



