Caso do ‘brisadeiro’ de Carlinhos Maia gera investigação policial em Goiás

Compartilhe

O episódio envolvendo o 'brisadeiro' consumido por Carlinhos Maia durante a festa de Natal de Virginia Fonseca, ocorrida no ano passado, continua a render desdobramentos em 2026. A Polícia Civil de Goiás está investigando as circunstâncias que levaram ao consumo do entorpecente durante o evento, que contou com a presença de Vini Jr. e de crianças, incluindo os filhos da influenciadora.

Lucas Guedez, que se envolveu na polêmica, afirmou não ser amigo de Carlinhos Maia, mas apenas ter frequentado alguns eventos promovidos por ele. Em suas declarações, Guedez destacou que Virginia é sua melhor amiga e que, apesar de ter ido à casa de Maia algumas vezes, não o considera amigo. Ele negou ter consumido qualquer tipo de droga durante os encontros, embora tenha afirmado já ter visto Carlinhos fumar maconha.

A tensão entre Guedez e Maia surgiu quando o primeiro acusou o influenciador de mentir sobre o uso do 'brisadeiro'. Segundo Lucas, Carlinhos afirmou que ambos consumiram o doce, o que ele contesta veementemente. Guedez explicou que recusou a oferta do 'brisadeiro' feita por Maia e que, após consumir uma parte, Carlinhos ficou em estado alterado.

A repercussão da situação afetou a imagem de Guedez, que revelou que quase perdeu contratos com marcas por causa das declarações de Maia nas redes sociais. Ele enfatizou que a visibilidade do humorista contribuiu para a gravidade da situação, o que gerou um conflito que se intensificou nas plataformas digitais.

Por sua vez, Carlinhos Maia se defendeu, afirmando que o 'brisadeiro' foi compartilhado com Lucas e que não houve intenção de vender qualquer substância. Ele descreveu o doce como algo comum nas praias do Brasil e garantiu que não comprou, mas recebeu o produto de desconhecidos durante um evento.

Maia ainda ressaltou que sua intenção ao experimentar o 'brisadeiro' era apenas curiosidade, e não consumo recreativo de drogas. Ele alegou que a situação foi exagerada e que não houve tráfico ou venda envolvida, mas sim uma experiência casual com um produto que lhe foi oferecido.