Cerimônia de cremação de Oscar Schmidt é marcada por homenagens íntimas

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O corpo de Oscar Schmidt foi cremado na noite desta sexta-feira (17) em uma cerimônia que contou apenas com a presença de familiares e amigos mais próximos. Atendendo a um desejo do próprio atleta, o "Mão Santa" foi cremado utilizando a camisa da Seleção Brasileira de basquete, um uniforme que ele defendeu com destaque por quase duas décadas. O ídolo do basquete brasileiro faleceu aos 68 anos após sofrer uma parada cardiorrespiratória em sua casa, localizada em Santana de Parnaíba, SP.

A cerimônia de cremação ocorreu sem a presença de Tadeu Schmidt, irmão de Oscar, que optou por cumprir suas obrigações profissionais como apresentador do BBB 26. Essa escolha foi respeitada pela direção da TV Globo, que considerou o afastamento temporário do jornalista. Em uma reflexão compartilhada nas redes sociais, Tadeu comentou que a dedicação ao trabalho era uma das principais características de seu irmão, e ausentar-se do programa seria uma "afronta" ao legado deixado por Oscar.

Tadeu também relembrou que Oscar sempre foi um exemplo de disciplina dentro da família, citando momentos em que o irmão priorizou o basquete em relação a compromissos pessoais, como o próprio nascimento de seu filho e o casamento de Tadeu. Para ele, permanecer à frente do reality show na noite da perda foi a forma escolhida para honrar o que descreveu como o "jeito Schmidt" de lidar com responsabilidades.

Oscar Schmidt, conhecido como "Mão Santa", deixou uma marca indelével no esporte brasileiro e é lembrado por sua contribuição ao basquete nacional. Sua trajetória na Seleção Brasileira e seu legado no Hall da Fama da NBA são testemunhos de sua habilidade e paixão pelo jogo.

A cerimônia íntima reflete a importância de Oscar para sua família e para o Brasil, onde sua memória será eternamente celebrada entre os amantes do basquete e admiradores de sua história.