Curitiba implementa novo roteiro para o turismo católico com 27 locais de visitação

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Curitiba oficializou a criação de um circuito voltado ao turismo religioso com a implementação da Rota do Turismo Católico, sancionada pelo prefeito Eduardo Pimentel em 30 de abril de 2026. O ato ocorreu no Bosque do Papa João Paulo II e inclui 27 pontos de visitação que abrangem igrejas históricas e Grandes Santuários.

A legislação, que entrou em vigor no dia 1º de abril, tem como objetivo organizar o fluxo de visitantes, aprimorar a sinalização turística e incentivar a realização de eventos temáticos ao longo do ano. Entre os locais destacados estão a Catedral Basílica Menor de Nossa Senhora da Luz dos Pinhais e o Santuário de Nossa Senhora do Perpétuo Socorro, que é um tradicional ponto de peregrinação.

O prefeito Eduardo Pimentel enfatizou a importância dessa iniciativa para o fortalecimento da cidade como destino turístico. Ele ressaltou que o turismo religioso é um vetor essencial para atrair visitantes, além de contribuir para a preservação do Patrimônio Histórico e aumentar a segurança dos locais. "O impacto é direto na economia, o turismo é uma indústria limpa que gera emprego e renda", afirmou o prefeito.

Dentre os pontos que fazem parte da Rota do Turismo Católico, estão também a Igreja da Ordem Terceira de São Francisco das Chagas, uma das construções mais antigas da capital paranaense, e o Santuário de Nossa Senhora de Guadalupe. Estes locais são parte do Patrimônio Histórico e cultural que compõe a identidade da cidade.

O arcebispo de Curitiba, Dom José Antônio Peruzzo, lembrou a visita do Papa João Paulo II ao Bosque, destacando a importância do turismo religioso na valorização da identidade católica da cidade. "Que o turismo religioso católico não seja proselitista, mas que realce sempre a identidade católica porque foi a identidade religiosa que por primeiro aqui chegou e que muito construiu da nossa Curitiba", afirmou.

A Rota do Turismo Católico é vista como uma oportunidade para Curitiba diversificar sua oferta turística e promover um maior engajamento com a comunidade local, além de atrair visitantes interessados na espiritualidade e na história religiosa da cidade. O circuito deve estimular não apenas o turismo, mas também a economia local, oferecendo novas alternativas para o setor.