A distribuição do fundo eleitoral do PT no Paraná tem sido alvo de críticas, especialmente pela exclusão de candidatos influentes no estado. O Professor Julio Rodrigues, que concorre à vaga de deputado federal, e Thiago Feltran, que busca uma cadeira na Assembleia Legislativa, não receberam recursos suficientes para tornar suas campanhas competitivas nas urnas.
A escassez de verbas dificulta o alcance de um maior número de eleitores, comprometendo as perspectivas de ambos os candidatos em garantir um mandato. A situação evidencia um erro estratégico do PT, que parece dividir seus membros em diferentes categorias, atribuindo mais recursos a alguns e deixando outros em desvantagem.
Com as eleições programadas para 2026, o partido poderá enfrentar consequências severas, incluindo a possibilidade de eleger candidatos com votação reduzida e um número inferior de representantes estaduais. Essa dinâmica pode impactar diretamente a atuação do PT no legislativo, refletindo a insatisfação interna com a gestão dos recursos.
Além disso, o contexto eleitoral se complica com a presença de seis candidatos do PT recebendo valores que variam de R$ 2,3 milhões a R$ 1 milhão do fundo eleitoral. Por outro lado, quatro candidatos foram excluídos do acesso a esses recursos, gerando descontentamento dentro do partido.
Outras questões também estão em pauta, como a recente decisão da Justiça Eleitoral que determinou a retirada de uma peça de campanha do candidato Sandro Alex. A direita, por sua vez, tem sido pauta de polêmicas envolvendo Renato Freitas, e a Justiça Eleitoral interveio para colocar um fim nas controvérsias.
A situação atual requer acompanhamento atento, pois o futuro do PT no Paraná depende da capacidade de seus candidatos de se mobilizarem e se adaptarem às condições adversas que se apresentam, tanto em termos de financiamento quanto de estratégia eleitoral.





