A disputa pelo governo do Mato Grosso continua acirrada, conforme os dados divulgados pelo instituto Paraná Pesquisas nesta segunda-feira (23). Otaviano Pivetta, candidato do Republicanos, aparece com 39% das intenções de voto. Wellington Fagundes, do PL, segue logo atrás, com 35%. Considerando a margem de erro de 2,6 pontos percentuais, os dois estão em empate técnico.
Na corrida para o Senado, o atual governador Mendes lidera com 52,3% das intenções, enquanto Janaina é apoiada por 33,7% dos entrevistados. Na sequência da disputa para o governo, a candidata Doutora Natasha, do PSD, obteve 8,7% das preferências. Os outros candidatos, Sargento Laudicério (Agir), Mauricio Coelho (PMN) e Rafaell Milas (Missão) tiveram 2,2%, 0,4% e 0,3%, respectivamente.
A pesquisa também revelou que 8,1% dos eleitores optaram por não escolher nenhum dos candidatos, enquanto 6,3% disseram não saber ou não opinaram. Em um cenário de confronto direto entre Pivetta e Fagundes, as intenções de voto se alteram, com Pivetta alcançando 44,3% e Fagundes 40,8%, mantendo o empate técnico. Os votos em branco e nulos somam 9,1%, e os indecisos são 5,8%.
Analisando os dados demográficos, Pivetta se destaca entre os homens, com 44,8% contra 32% de Fagundes. No entanto, entre as mulheres, Fagundes lidera com 37,8%, superando Pivetta que possui 33,4%. A pesquisa também mediu a rejeição dos candidatos, onde Wellington Fagundes foi o mais rejeitado, com 25,7% dos votos, seguido por Doutora Natasha com 19,3%. Pivetta tem 16,3% de rejeição, enquanto Sargento Laudicério, Mauricio Coelho e Rafaell Milas apresentam índices de 11,8%, 9,5% e 8,6%, respectivamente.
Além do cenário eleitoral, a pesquisa avaliou a aprovação da gestão de Pivetta, que obteve um índice de 69,5% de aprovação entre os entrevistados. Em contrapartida, 23,3% desaprovam a administração, e 7,1% não souberam ou não opinaram. O levantamento foi realizado entre os dias 21 e 23 de agosto de 2026, com 1.504 entrevistas presenciais em 56 municípios do estado. O nível de confiança da pesquisa é de 95%, e a margem de erro é de 2,6 pontos percentuais. O estudo está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número MT-02157/2026.





