As eleitoras e os eleitores brasileiros participarão de um processo eleitoral em 4 de outubro de 2026, onde poderão escolher entre seis cargos distintos por meio da urna eletrônica. A sequência de votação foi definida pela Justiça Eleitoral e é obrigatória para todos os votantes, que escolherão deputados federais e estaduais, dois senadores, governadores e o presidente da República.
Neste pleito, haverá uma renovação importante dos representantes no âmbito federal e estadual. No cenário nacional, os eleitores escolherão o presidente e o vice-presidente da República, que são os responsáveis pela liderança do Poder Executivo federal.
Nos estados e no Distrito Federal, a votação será para a definição de governadores e vices, que comandarão o Executivo local. Além disso, o Senado terá duas vagas disponíveis em cada unidade da Federação, com a renovação de 54 das 81 cadeiras, correspondendo a dois terços do Senado. Isso significa que uma parte significativa dos representantes será escolhida para atuar no Congresso Nacional, ao lado da Câmara dos Deputados.
A votação na urna eletrônica seguirá uma ordem específica: o eleitor começará digitando o número de quatro dígitos para deputado federal, seguido de cinco dígitos para deputado estadual ou distrital. Após isso, serão digitados três dígitos para o primeiro senador, três dígitos para o segundo senador, dois dígitos para governador e vice-governador, e finalizando com dois dígitos para presidente e vice-presidente da República. Em cada etapa, a urna mostrará o nome, a fotografia e a sigla do partido dos candidatos, permitindo que o eleitor confira as informações antes de confirmar o voto.
As seções eleitorais estarão abertas das 8h às 17h, no horário de Brasília, e é imprescindível que os votantes apresentem um documento oficial com foto para entrar na cabine de votação. A Justiça Eleitoral permitirá que quem estiver com a situação eleitoral regular vote, mesmo que não tenha realizado o cadastro biométrico.
A entrada de celulares, câmeras e qualquer dispositivo para registrar imagens será proibida na cabine de votação, e os aparelhos deverão ser entregues aos mesários antes do início da votação, uma medida que visa garantir a confidencialidade do voto. Para facilitar o processo e evitar possíveis erros, a Justiça Eleitoral recomenda que os eleitores levem uma “colinha” com os números das candidaturas que pretendem escolher, organizados na ordem correta dos cargos. Essa prática pode ajudar a tornar a votação mais rápida e eficiente para todos os envolvidos.




