Flávio Bolsonaro, pré-candidato à presidência da República pelo PL, utilizou suas redes sociais na quarta-feira, 22, para rebater acusações sobre sua suposta ligação com empresas que teriam prestado serviços ao Banco Master e a Daniel Vorcaro, que está detido desde março sob suspeita de fraude. Em um vídeo divulgado, o senador defendeu a legalidade de suas atividades e criticou a divulgação de informações fiscais que, segundo ele, foram obtidas de forma ilegal.
Em sua fala, Flávio Bolsonaro mencionou que sua candidatura causa desconforto em alguns setores, afirmando que, apesar de ataques que considera covardes e pessoais, continua figurando em algumas pesquisas eleitorais. "Tem muita gente que está incomodada com a minha candidatura à presidência da República, principalmente pelos números, que, apesar de todos os ataques covardes, baixos e pessoais, ainda estamos ali em algumas pesquisas", declarou o político.
De acordo com informações divulgadas, o escritório de advocacia de Flávio emitiu três notas fiscais que totalizam R$ 1,5 milhão para empresas ligadas a Daniel Vorcaro. O senador argumentou que esses dados fiscais foram obtidos de maneira ilícita, através de um vazamento realizado por órgãos governamentais sem a devida autorização judicial.
Flávio Bolsonaro enfatizou que não é alvo de nenhuma investigação formal e que a quebra de seu sigilo fiscal configura uma conduta extremamente grave, que será levada ao Judiciário. Essa afirmação reflete a sua intenção de buscar reparação legal em relação ao que considera uma violação de seus direitos.
As declarações de Flávio ocorrem em um momento em que o cenário político se intensifica, com a aproximação das eleições de 2026. Sua defesa e as acusações de ligação com Vorcaro somam-se ao contexto de uma campanha já marcada por polêmicas e disputas acirradas entre os candidatos. A situação poderá ter desdobramentos importantes à medida que novas informações venham à tona e a corrida presidencial se intensifique.





