Uma nova pesquisa sobre as intenções de voto para a sucessão de Carlos Massa Ratinho Junior (PSD) revela que Sergio Moro (PL) está à frente na corrida eleitoral. O levantamento, realizado pela Paraná Pesquisa sob a coordenação de Murilo Hidalgo, indica que o ex-juiz pode vencer a eleição já no primeiro turno, enquanto Sandro Alex (PSD) mostra crescimento nas preferências dos eleitores. A pesquisa também evidencia a estagnação de Requião Filho (PDT).
Na consulta espontânea, 59,5% dos eleitores paranaenses se declararam indecisos, enquanto 4,9% afirmaram que optariam por votar nulo ou em branco. Sergio Moro lidera com 19,9% das intenções de voto, seguido por Requião Filho com 7,5%, Sandro Alex com 5,1%, e Ratinho Junior, que não pode concorrer, com 2,2%. Luiz França (Missão) aparece com 0,3%, e outros candidatos somam 0,7%.
Na modalidade estimulada, Sergio Moro também se destaca, alcançando 46,1% das intenções de voto, enquanto Requião Filho permanece com 23,4% e Sandro Alex avança para 16,5%. Este último mostra tendência de crescimento, o que pode levá-lo a ultrapassar o candidato da Frente Progressista de Esquerda. Luiz França tem 0,9%, e outros nomes como Tayná Miessa (UP) e Alexandre Salomão (Mobiliza) somam 0,4%.
O resultado demonstra que, em um cenário de votos válidos, Sergio Moro venceria com 52,4%, seguido de Requião Filho com 26,6% e Sandro Alex com 18,8%. Luiz França obteria 1%, enquanto Tayba Nuessa e Alexandre Salomão teriam 0,7% e 0,5%, respectivamente. Samuel de Mattos e Adriano Teixeira também aparecem com percentuais baixos, 0,1% e 0%.
A pesquisa também apresenta dados sobre a rejeição dos candidatos. Requião Filho lidera com 36,3% de rejeição, seguido por Sergio Moro com 23,8% e Sandro Alex com 11,1%. Tayná Miessa tem 9,9%, Alexandre Salomão 7,5%, Samuel de Mattos 7,2%, Luiz França 6,9% e Adriano Teixeira 5,6%.
Este levantamento foi registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número PR09048/2026 e a coleta de dados ocorreu entre os dias 13 e 16 de agosto de 2026, apresentando uma margem de erro de 2,6 pontos percentuais e um nível de confiança de 95%.




