O advogado Luiz Eduardo Peccinin, do Paraná, foi anunciado como novo membro da equipe jurídica do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) para as eleições de 2026. Com uma sólida experiência em Direito Eleitoral, Peccinin terá um papel importante no núcleo focado no combate à desinformação e ao abuso de poder, áreas consideradas cruciais para a campanha presidencial.
Peccinin, que já atua como advogado do Diretório Estadual do PT no Paraná e possui doutorado em Direito do Estado, é também membro da Academia Brasileira de Direito Eleitoral e Político (ABRADEP). Sua trajetória inclui participação em processos significativos no estado, especialmente aqueles relacionados a cassações de chapas por fraude à cota de gênero.
Na estrutura da campanha de Lula, o advogado paranaense será responsável pelo contencioso estratégico diante do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Esse trabalho abrange a apresentação e defesa em processos de alta relevância, especialmente os que tratam de abuso de poder, desinformação eleitoral e ataques às instituições democráticas.
Peccinin expressou sua satisfação em fazer parte da equipe. "É um sonho profissional estar na equipe do presidente Lula. Recebo essa oportunidade como uma honra e, sobretudo, como um compromisso com a democracia — valores que orientam a minha atuação e que se tornam ainda mais relevantes diante do ciclo eleitoral de 2026", declarou.
A coordenação da equipe jurídica do presidente está a cargo do advogado Ângelo Ferraro, que já esteve envolvido nas campanhas presidenciais de Lula em 2018 e 2022. Peccinin destacou que sua atuação se concentrará nas disputas judiciais ligadas à campanha, enfatizando que irá propor e defender ações robustas relacionadas a abuso de poder, ataques antidemocráticos e desinformação eleitoral.
A inclusão do advogado paranaense na equipe ocorre em um contexto de preparação para as campanhas de 2026, quando a Justiça Eleitoral terá que analisar diversas ações relacionadas ao uso de redes sociais, disseminação de informações falsas, abuso de poder político e econômico, além de possíveis violações das normas eleitorais.





