A recente derrota de Sandro Alex pelo PSD traz implicações significativas para a direção do partido no Paraná. Carlos Massa Ratinho Junior deixará o governo em 5 de janeiro de 2027, e, a partir de 1º de fevereiro, os novos deputados federais e estaduais assumem seus cargos. Internamente, o partido se prepara para uma disputa acirrada pela presidência estadual, com nomes como Beto Preto, Sargento Fahur, Luizão Goulart e Paranhos, todos do PSD, buscando herdar a liderança da legenda no estado.
A transição de poder pode resultar em uma perda de influência para Ratinho Junior, que, sem mandato, deverá retornar à gestão dos bens familiares, afastando-se das decisões políticas. O novo governador, Sergio Moro, do PL, está previsto para implementar mudanças significativas, o que pode levar membros do grupo de Ratinho a procurar novas alternativas, uma vez que a inatividade na política pode ser prejudicial.
Nesse cenário de incerteza, o prefeito de Curitiba, Eduardo Pimentel, surge como uma possível solução para o PSD no Paraná. O apoio de diversas lideranças ao seu nome sugere que ele pode se consolidar como um candidato viável para a governança do estado.
Além disso, a Assembleia Legislativa do Paraná (Alep) passará por uma renovação de 42,59% em 2027, o que poderá impactar ainda mais as dinâmicas políticas locais. Enquanto isso, o cenário nacional também está em transformação, com 33,4 milhões de brasileiros não tendo comparecido às urnas nas últimas eleições, evidenciando um desafio significativo para os partidos.
A movimentação política no Paraná, especialmente com a ascensão de novos líderes e a saída de figuras proeminentes, promete moldar o futuro do PSD e suas estratégias em um ambiente político cada vez mais competitivo.




