Durante o adesivaço que marcou o início da campanha de Sergio Moro, do PL, no Parque Barigui, chamou a atenção a ausência de material relacionado ao candidato a presidente Flavio Bolsonaro. O evento, que contou com a presença de outros candidatos ao Senado, como Deltan Dallagnol (Novo) e Filipe Barros (PL), deixou os apoiadores de Moro intrigados.
A situação levou o candidato a deputado estadual Willian Rocha, do partido Missão, a questionar nas redes sociais se o ex-juiz da Lava Jato estaria envergonhado de associar-se a Flavio Bolsonaro. O questionamento gerou repercussão e levantou debates sobre a estratégia de campanha de Moro, especialmente em relação ao apoio de Flavio.
A falta de menção ao presidenciável Flavio Bolsonaro no evento foi vista como um indicativo de distanciamento entre os candidatos, o que pode impactar a percepção do eleitorado. O adesivaço, que visava fortalecer a imagem de Sergio Moro, acabou gerando mais dúvidas do que certezas sobre sua relação com Flavio.
O evento no Parque Barigui também ocorreu em um momento em que o cenário político no Paraná se intensifica, especialmente com a proximidade das eleições. Com a corrida eleitoral em andamento, a união entre os partidos e candidatos é um tema em pauta, e a ausência de Flavio pode trazer consequências para a campanha de Moro.
Além do questionamento de Willian Rocha, a situação também reflete um contexto mais amplo da política paranaense, onde alianças e estratégias de comunicação são essenciais para conquistar votos. Enquanto isso, a disputa pelo Senado e as candidaturas ao governo do Paraná continuam a se desenrolar, com candidatos como Sandro Alex e Alexandre Curi buscando fortalecer suas posições no cenário político.
A campanha de Sergio Moro segue, mas a pergunta que fica é se a falta de apoio explícito a Flavio Bolsonaro poderá afetar sua trajetória até as eleições de 2026. A dinâmica entre os candidatos e suas estratégias de aproximação ou distanciamento será crucial nos próximos meses.





