Em uma estratégia voltada para as eleições de outubro de 2026, Sandro Alex, candidato do PSD do Paraná, optou por Sergio Moro, do PL, como seu principal adversário. Durante uma entrevista ao Jornal da Manhã, da Jovem Pan Maringá, na manhã do dia 21 de julho, o candidato deixou claro que seu foco não está nos outros concorrentes, como Requião Filho, do PDT, ou o ex-prefeito de Curitiba, Rafael Greca, do MDB.
Essa tática de focar em Moro visa desestabilizar o senador e conquistar a simpatia dos paranaenses que não o apoiam. A estratégia pode ser considerada arriscada, uma vez que pode tanto dar resultados positivos quanto negativos para a campanha de Alex.
Nas redes sociais, especialmente entre as vozes da esquerda e de deputados estaduais e federais alinhados a essa vertente, há um movimento que indica que, caso Sandro Alex e Sergio Moro cheguem ao segundo turno, eles pretendem observar o desenrolar dos eventos e aproveitar a situação para criar um ambiente caótico, visando tirar proveito da situação nas eleições de 2030.
Além disso, a indicação de Sandro Alex para essa disputa foi feita por Carlos Massa Ratinho Junior, o que pode influenciar na mobilização política em torno da candidatura. A movimentação em torno das eleições de 2026 também envolve outras candidaturas, como a do próprio Rafael Greca, que o PSD considera como uma possibilidade.
A discussão sobre as estratégias eleitorais para 2026 está em alta, com diversos grupos políticos se preparando para o embate. O cenário atual é marcado por uma troca intensa de declarações e posicionamentos, refletindo a complexidade do ambiente político paranaense.





