Seis países que tentaram sediar corridas da Fórmula 1

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Projetos de novos circuitos para a Fórmula 1 foram cogitados em diversos países. Muitos não avançaram além das discussões ou foram cancelados por motivos diversos. A possibilidade do Japão voltar a sediar corridas no mesmo ano abriu a possibilidade de outros países ampliar ou estrear no calendário da categoria.

Autoridades locais, ex-pilotos e dirigentes de cidades lideraram iniciativas para receber a Fórmula 1, mas fatores como burocracia, concorrência internacional, falta de negociações concretas, pandemia e prisões de responsáveis impediram a realização das provas planejadas nesses lugares.

Este é o caso de seis países que tentaram, mas não conseguiram, sediar corridas da Fórmula 1: Colômbia, Dinamarca, Polônia, Quênia, União Soviética e Vietnã. Eles sonharam com o dia em que colocariam suas respectivas bandeiras no calendário da Fórmula 1.

Mas os projetos citados têm algo em comum: aconteceriam em países que já recebem a Fórmula 1. Países como Arábia Saudita e Inglaterra quiseram (ou querem) hospedar pelo menos duas corridas cada por ano. A Espanha conseguiu. Os Estados Unidos foram além, com três.