A atriz e apresentadora Tatá Werneck abordou, em um vídeo publicado nesta quinta-feira (26), sua decisão de deixar de expor sua filha, Clara Maria, nas redes sociais. Tatá ressaltou a importância de preservar a imagem da menina e expressou seu desconforto com a exposição excessiva na internet.
Durante a gravação, Tatá mencionou que, apesar de ter vídeos encantadores da filha, optou por não compartilhá-los. "Tem uns vídeos dela muito maravilhosos que eu queria muito postar, porque ela é muito inacreditável, sério. Ela é muito inteligente, perfeita e linda. [Mas não posto] por dois motivos, tá? Primeiro motivo é porque eu acho perigoso", afirmou.
A apresentadora também destacou sua preocupação em relação à privacidade de Clara. "Eu não sei quem assiste ao conteúdo, eu prefiro preservar a menina. O segundo motivo é que eu não sei se a Clara vai querer seguir uma vida pública. Eu até espero que não. Então eu não quero tornar ela famosa. Não sei se ela vai querer ser uma detetive particular, não sei o que ela vai querer fazer", explicou.
Além disso, Tatá fez referência a uma legislação que rege a exposição de crianças nas redes sociais. "É porque é crime, tem uma lei né? E eu, enfim, quem quer postar, acho tudo certo, mas eu acho esquisito. Eu acho meio, sei lá, coisa meio pra engajar, não sei… Mas respeito e está tudo certo", concluiu.
A lei mencionada pela artista é o Estatuto Digital da Criança e do Adolescente, conhecido como ECA Digital. Este documento estabelece restrições à exploração comercial da imagem e dados de menores, conferindo maior controle sobre a exposição infantil e impondo regras rigorosas para as plataformas na internet.
O ECA Digital prevê que pais e responsáveis tenham acesso a ferramentas de supervisão parental, visando evitar a exploração de crianças e adolescentes nas redes sociais. Essa legislação reflete uma crescente preocupação com a segurança e a privacidade das crianças no ambiente digital.





