Disputa pela Presidência da Federação União Progressista ganha novos contornos

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A disputa pela Presidência da Federação União Progressista está marcada por uma acirrada competição entre dois deputados federais: Ricardo Barros, do PP, e Matheus Laiola, do União Brasil. Ambos buscam ocupar a vaga deixada por Sergio Moro, que recentemente trocou o União Brasil pelo PL. Além deles, o deputado federal Geraldo Mendes, também do União Brasil, surge como uma terceira via na disputa.

Ricardo Barros viajou para Brasília na terça-feira, dia 14 de julho de 2026, com o objetivo de articular sua candidatura. Durante sua estadia, ele planeja se reunir com Ciro Nogueira, do PP, e Antonio Rueda, do União Brasil, para discutir a definição do novo nome à frente da federação. No entanto, a resolução desse impasse ainda parece distante, sem uma definição clara do desfecho.

Por sua vez, Matheus Laiola conta com o apoio do governador Carlos Massa Ratinho Junior, do PSD, para viabilizar sua candidatura. Contudo, há a possibilidade de que a decisão não seja exclusivamente local, podendo o diretório nacional dos partidos intervir e decidir o que seria mais benéfico para a sigla.

A situação reflete um momento crucial na política local, onde as alianças e articulações são essenciais para a definição de lideranças dentro da Federação União Progressista. O desenrolar dessa disputa pode ter implicações significativas para o futuro político dos envolvidos.

Além das movimentações em torno da presidência da federação, o cenário político é complementado por outras notícias relevantes, como a mudança de data da convenção estadual do MDB e a expectativa de que o Podemos seja o primeiro partido a realizar sua convenção.

Enquanto isso, o governador Ratinho Junior busca fortalecer a presença de Sandro Alex, mas enfrenta obstáculos inesperados. No mesmo contexto, Sergio Moro tenta atrair o apoio dos Republicanos, enquanto a Justiça Eleitoral rejeita ações do PL que questionavam publicações de Ratinho Junior e Sandro Alex.