O Projeto de Extensão de Educação em Direitos Humanos, com foco na iniciativa "Mulheres Paranaenses Têm Histórias para Contar", foi apresentado no último sábado, 19, em Curitiba. A ação, promovida pela PUC Paraná, tem como objetivo identificar as necessidades de escolas e comunidades, promovendo uma educação inclusiva e comprometida com os Direitos Humanos.
Durante a apresentação, a professora e doutora Alexandra Ferreira Martins Ribeiro destacou a importância do encontro, que abordou temas como igualdade de gênero, educação de qualidade e a redução das desigualdades sociais. "Foi uma manhã que traduz a força da extensão universitária: encontro, aprendizagem, compromisso e transformação", afirmou a coordenadora do projeto, junto à professora doutora Valquíria Elita Renk.
A Escola Municipal Castro Alves também esteve presente, com a participação da pedagoga Adriana, do pedagogo Hugo, da diretora Vânia e da vice-diretora Yara. O projeto é desenvolvido em parceria com o Programa de Pós-Graduação em Direitos Humanos (PPGDH), o Programa de Pós-Graduação em Educação (PPGE) e o curso de História da PUC Paraná, que visa aproximar a universidade da comunidade escolar.
Alexandra Ribeiro acrescentou que o projeto busca valorizar as histórias e trajetórias de mulheres paranaenses, fortalecendo uma educação ética e de qualidade. O encontro, realizado em 19 de setembro de 2026, incluiu diversas atividades que integraram história, arte, memória, sustentabilidade, diversidade e cultura.
Entre as atividades, destacaram-se "Mulheres Paranaenses Têm Histórias para contar", que trouxe as trajetórias de Odelair Rodrigues e Maria Nicolas; "Cores da imaginação", com pintura artística infantil; "Flores que contam histórias", que uniu aquarela, memória e protagonismo feminino; e "Iluminando memórias", que apresentou cápsulas do tempo e arte sustentável.
O programa também incluiu "Vozes da reciclagem", focando em mulheres que transformam o cotidiano, além de "Vozes que atravessam fronteiras culturais". Um dos momentos mais marcantes ocorreu na Oficina de Música, onde os músicos Pedro Ribeiro e Clara Silva proporcionaram uma interação significativa.





