Levantamento aponta Sergio Moro como favorito para o governo do Paraná

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A Paraná Pesquisa, sob a direção de Murilo Hidalgo, divulgou um levantamento que mostra Sergio Moro (PL) na liderança das intenções de voto para a eleição ao governo do Paraná, marcada para o próximo domingo. Moro alcança 33,4% das intenções, mais do que o dobro dos seus principais concorrentes: Requião Filho (PDT), que registra 14,2%, e Sandro Alex (PSD), com 13%. Juntos, os dois totalizam 27,2%.

Além de Moro, o candidato Luiz França (Missão) teve um crescimento notável, atingindo 0,2% das intenções. Tayná Miessa (UP) aparece com 0,3%, enquanto Alexandre Salomão e Samuel Mattos (PSTU) marcam 0,1%. Esses candidatos dependem principalmente das redes sociais para suas campanhas, o que pode influenciar os números nas urnas.

No que diz respeito aos votos em branco ou nulos, a pesquisa aponta 4,4%, com 34,4% dos entrevistados ainda indecisos. Isso revela que um terço do eleitorado paranaense, que totaliza 8.609.026 eleitores, não tomou uma decisão sobre seu voto e pode esperar até os últimos dias de campanha para fazê-lo.

Quando a pesquisa é realizada de forma estimulada, Sergio Moro amplia sua vantagem, alcançando 46,2% das intenções. Requião Filho e Sandro Alex, juntos, somam 45,1%, com 23,6% e 21,5%, respectivamente. Luiz França e Tayná Miessa têm 0,5% e 0,2%, enquanto os demais candidatos não alcançam 0,1%. O percentual de indecisos nesta modalidade é de 3,7%, com 4,1% optando por não votar ou deixar em branco.

Considerando apenas os votos válidos, Moro seria eleito em primeiro turno, com 50,1% das intenções. Requião Filho ficaria com 25,6% e Sandro Alex com 23,3%. Os candidatos Luiz França, Tayná Miessa e os demais não pontuaram significativamente.

Um aspecto interessante da pesquisa é a percepção dos entrevistados sobre quem será o próximo governador. Uma expressiva maioria de 52,7% acredita que Sergio Moro será o vencedor, enquanto Sandro Alex e Requião Filho têm 17,7% e 15,1%, respectivamente. França e Miessa somam 0,2% e 0,1%, enquanto 14,1% dos entrevistados não souberam ou não opinaram.