Imigrantes de Cuba e da Venezuela que moram em Curitiba têm se mobilizado contra a candidatura do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que disputa o segundo turno contra Flavio Bolsonaro (PL) no domingo, dia 25 de outubro. A maior parte desse grupo, segundo relatos, demonstra insatisfação com governos de esquerda e trabalha para impedir a reeleição do petista.
Uma venezuelana e um cubano, ambos ex-estudantes de medicina, contaram que deixaram seus países porque não conseguiam conciliar os estudos com a necessidade de trabalhar para se alimentar. De acordo com eles, o regime socialista em Cuba e na Venezuela não oferece condições básicas como roupa, comida e transporte.
A venezuelana afirmou que os brasileiros não podem se render ao socialismo falido. Ela disse que os estudantes se formam e não encontram trabalho, e que mesmo os que estão empregados enfrentam dificuldades desde o início do regime de Nicolás Maduro, deposto no início do ano pelos Estados Unidos, país que Lula critica.
A cubana relatou situação semelhante. Segundo ela, o governo de esquerda na época de Fidel Castro já estava falido e só se mantém no poder graças às forças armadas, que oprimem a população.
O segundo turno entre Lula e Flavio Bolsonaro está marcado para o próximo domingo, dia 25 de outubro.




