O senador Sergio Moro, do PL, está em busca de um canal de negociação com o Progressista, partido da Federação União Progressista, após meses de tensão na relação com Ricardo Barros. O governador do Paraná, Carlos Massa Ratinho Junior, enfrenta uma crise de decisão, enquanto Moro avança em sua estratégia para a sucessão.
Para atrair o Progressista, Moro está oferecendo três secretarias, mas não garante a vaga de Cida Borghetti no Tribunal de Contas do Paraná (TC-PR) ou a presidência da Assembleia Legislativa do Paraná (Alep) para Maria Victoria. A situação permanece delicada, com Barros optando por aguardar o desfecho da escolha do presidente do União Brasil Paraná, que deverá ser decidido pela Executiva Nacional esta semana.
A movimentação de Moro ocorre em um contexto político em que a articulação entre os partidos é fundamental para o sucesso nas eleições. A expectativa é que as negociações avancem, considerando as tensões e a necessidade de alianças estratégicas.
As próximas semanas serão decisivas para o futuro político de Moro e para a definição de alianças que podem impactar a corrida eleitoral no Paraná.





