Nos últimos anos, a ansiedade e a saúde emocional têm se tornado temas centrais tanto na vida pessoal quanto no ambiente corporativo. Nesse cenário, surgem diferentes abordagens que buscam oferecer uma visão mais ampla sobre o funcionamento da mente humana.
Uma dessas abordagens é a Psicologia Marquesiana, proposta pelo mentor José Roberto Marques. Essa teoria parte da premissa de que há uma interconexão entre pensamentos, emoções e comportamentos, influenciando diretamente as decisões e interações das pessoas.
A proposta da Psicologia Marquesiana vai além da simples análise de sintomas isolados. Ela se propõe a considerar a interação entre várias dimensões da experiência humana para entender padrões mentais e emocionais, enfatizando a necessidade de uma “mente integrada”, que busca o equilíbrio entre razão e emoção. Desequilíbrios nessas áreas podem gerar conflitos internos e dificultar a tomada de decisões.
Além disso, a abordagem considera a existência de níveis distintos de funcionamento mental, englobando tanto processos conscientes quanto inconscientes. Nesse contexto, crenças, memórias e experiências passadas têm um papel fundamental na formação de comportamentos e reações emocionais.
Um aspecto relevante da Psicologia Marquesiana é a análise de experiências emocionais negativas, como rejeição e abandono, que podem afetar a autoimagem do indivíduo e sua percepção do ambiente. Essa perspectiva está alinhada com as crescentes preocupações sobre a relação entre saúde emocional e desempenho no trabalho.
Dados da Gallup revelam que, em 2024, apenas 21% dos trabalhadores estavam engajados globalmente. No Brasil, uma pesquisa realizada pela Flash, em parceria com a Fundação Getulio Vargas, revelou que esse índice alcançava 39% em 2025. A Organização Mundial da Saúde também destaca que transtornos como ansiedade e depressão têm gerado discussões sobre a importância do bem-estar emocional para a produtividade, ampliando o espaço para metodologias que promovam o desenvolvimento pessoal e organizacional.





