Aliança entre Novo e PL não SE concretiza para Flavio Bolsonaro no Paraná

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O partido Novo, que tem como candidato ao Senado Federal o ex-procurador Deltan Dallagnol, anunciou que não irá se unir ao PL na campanha de Flavio Bolsonaro no Paraná. A decisão marca uma estratégia de alianças que prioriza a candidatura de Sergio Moro ao governo do estado, colocando os dois partidos em palanques separados na corrida eleitoral pelo Palácio da Alvorada.

A oficialização do apoio ao ex-governador de Minas Gerais, Romeu Zema, como candidato à presidência da República será realizada no dia 27 de julho, em Brasília. Essa aliança, no entanto, não impede que Novo e PL possam se unir em um eventual segundo turno, uma possibilidade considerada provável de acordo com as pesquisas eleitorais atuais.

A escolha de um vice para Romeu Zema ainda está em negociação, com o empresário Geraldo Rufino como forte candidato para a posição. Embora o acordo não esteja completamente fechado, as conversas estão avançadas, indicando um direcionamento positivo para a chapa.

A direita brasileira atualmente apresenta três nomes para a presidência: Flavio Bolsonaro pelo PL, Romeu Zema pelo Novo e Ronaldo Caiado pela Federação União Progressista. No ciclo eleitoral anterior, em 2022, o Novo lançou Felipe d’Avila como representante, mas a estratégia não alcançou o resultado esperado, levando a legenda a apostar em um nome mais reconhecido pelos eleitores brasileiros nesta ocasião.

As movimentações políticas em torno da eleição de 2026 estão intensas, com a expectativa de disputas acirradas. A pesquisa atual sugere a possibilidade de um segundo turno nas eleições para o governo do Paraná, refletindo um cenário de incerteza nas candidaturas. A disputa pelo Senado Federal também apresenta um quadro indefinido, demonstrando que as articulações políticas ainda estão em andamento e poderão sofrer alterações conforme os eventos se desenrolam.