Uma auditoria do Tribunal de Contas da União revela graves irregularidades na gestão de voos da Força Aérea Brasileira (FAB) exclusivos para autoridades dos três Poderes.
O relatório detalha um cenário de custos exorbitantes, uso ineficiente de recursos públicos e uma sistemática falta de transparência. De acordo com o levantamento, que analisou mais de 7 mil voos realizados entre 2020 e 2024, utilizar aeronaves oficiais custa, em média, seis vezes mais do que a emissão de bilhetes em voos comerciais.
O dado mais alarmante da auditoria aponta que, em menos de quatro anos, 111 viagens foram realizadas levando apenas um único passageiro, acompanhado apenas pela tripulação. O tribunal estima que, se as autoridades optassem por voos de carreira em vez das aeronaves da FAB, a União economizaria cerca de R$ 81 milhões por ano.
Falhas de cadastro e descarte de provas





