A disputa pela presidência da Câmara Municipal de Curitiba ganhou mais um nome. O vereador Bruno Rossi (Agir) tem atuado nos bastidores para se viabilizar como candidato de conciliação ao comando da Casa no biênio 2027/2028, na sucessão de Tico Kuzma (PSD).
Para conquistar apoio, Rossi precisará aderir a pautas defendidas por parlamentares do baixo clero, entre elas o aumento do número de cadeiras na Câmara de 38 para 41, conforme determinação da Justiça Eleitoral. O tema, porém, é cercado de histórico polêmico.
A proposta de ampliação já foi colocada em votação em 2008, mas foi barrada na Justiça pela então vereadora do PT Roseli Isidora. Na ocasião, quando as urnas foram abertas, a petista era a 39ª colocada. Ela Entrou na Justiça para reverter o posicionamento, mas perdeu o prazo e o aumento não foi votado em plenário, de modo que a alegação não chegou a ser analisada. Roseli Isidoro nunca mais voltou a ser eleita.
A definição sobre o novo presidente da Câmara de Curitiba segue em articulação, com a proposta de aumento de cadeiras ainda pendente de análise. O próximo presidente já sabe que o tema foi colocado para votação em 2008 e que a ampliação para 41 cadeiras depende de decisão da Justiça Eleitoral.



