O panorama eleitoral do Paraná para 2026 apresenta novos desafios para o PSD, especialmente em comparação com a eleição de 2022, quando o partido conquistou sete cadeiras na Câmara dos Deputados. Naquele pleito, o governador Carlos Massa Ratinho Junior foi reeleito com uma expressiva votação de quase 70%. Em contraste, Roberto Requião, candidato da oposição, terminou a disputa com cerca de 27% dos votos.
Dentre os deputados eleitos pelo PSD em 2022, Sandro Alex foi um dos destaques, recebendo aproximadamente 168 mil votos. No entanto, Alex não concorrerá novamente a uma vaga na Câmara, pois decidiu se candidatar ao Governo do Paraná. O último candidato do PSD que garantiu uma cadeira na Câmara Federal obteve cerca de 73 mil votos.
A eleição de 2026 traz uma nova configuração para a disputa pelo Palácio Iguaçu, com Sergio Moro (PL), Requião Filho (PDT) e Sandro Alex como os principais nomes. Nesse cenário, Moro e Requião Filho se posicionam como candidatos de oposição, enquanto Sandro Alex está alinhado à base governista.
A mudança no cenário político para o Governo do Paraná pode refletir na composição da bancada federal. Assessores do PSD indicam que o partido pode enfrentar uma diminuição no número de deputados eleitos em relação a 2022. As projeções apontam para a possibilidade de o partido conquistar entre quatro e cinco cadeiras na Câmara Federal.
O desempenho do PSD nas eleições dependerá de diversos fatores, incluindo a votação dos candidatos, a distribuição de votos entre as chapas e a força das demais siglas na disputa proporcional. A ausência de Sandro Alex na corrida por uma cadeira na Câmara altera a dinâmica de votação do partido, que poderá impactar a quantidade de deputados eleitos.
No contexto atual, o PSD se prepara para enfrentar um ambiente eleitoral competitivo, onde cada voto será fundamental para a definição de sua representação na Câmara Federal.





