O Tribunal Regional Eleitoral do Paraná (TRE-PR) indeferiu os registros das chapas do PCO tanto na candidatura majoritária quanto na proporcional. Com isso, o partido agora se vê na necessidade de recorrer ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) para tentar assegurar sua participação nas eleições marcadas para quatro de outubro.
O Democratas também enfrenta dificuldades, pois três candidatas ao cargo de deputada federal tiveram seus registros negados. O partido terá que retirar 10 candidaturas masculinas se não conseguir substituir as mulheres indeferidas.
No PDT, três candidaturas masculinas não foram aprovadas, o que complica ainda mais a disputa pela Câmara Federal. Da mesma forma, o Mobiliza terá que encontrar substitutas para três candidaturas femininas na Assembleia Legislativa do Paraná (Alep) ou perderá 10 candidatos homens, complicando seu cenário eleitoral.
O PSDB também se depara com problemas em sua chapa para a Alep, onde duas candidatas e dois concorrentes tiveram seus registros indeferidos. O partido terá que retirar cinco nomes da lista se não conseguir apresentar substitutos adequados.
Até o momento, o TRE-PR deferiu 973 candidaturas, enquanto 56 foram indeferidas, 33 candidatos renunciaram e 25 estão em processo de julgamento. Entre os casos de indeferimento, destaca-se o do governador Adriano Funileiro, do PCO, além de outros candidatos importantes como o senador Marcelo Marcelino e o vice-governador Zé Carlos, todos com indeferimentos relacionados ao DRAP do partido.
Outros candidatos, como o deputado federal Ademar Dorfschmidt (PL), enfrentaram a ausência de condições de elegibilidade, enquanto membros do Democratas, como Aparecido Garcia e Cabo Lins, também se depararam com problemas que inviabilizaram seus registros, incluindo desatendimentos a requisitos formais estabelecidos pela legislação eleitoral, especificamente a Lei 9.504/97.





