Tempestade atinge Maringá e derruba árvores; prefeitura planeja remover 1,2 mil unidades

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Maringá, no Noroeste do Paraná, teve árvores derrubadas durante uma tempestade na madrugada desta terça-feira. A cidade amanheceu sem energia elétrica e com sinaleiros desligados, segundo relato de moradores. Equipes da Copel atuam para restabelecer o fornecimento nas áreas do Centro e de alguns bairros atingidos. O temporal foi descrito como a passagem de um possível furacão de nível três.

A prefeitura planeja remover 1,2 mil árvores nos próximos meses para restabelecer a segurança na cidade. O processo ainda não teve início e, até o momento, não há levantamento de casualidades. A administração municipal também pretende dar início a um programa de retiradas e podas.

Em Curitiba, a demora de medidas drásticas para evitar problemas semelhantes é apontada como risco de repetição do que ocorreu no início do século, quando árvores tomadas pela erva conhecida como "cocô de passarinho" caíram e deixaram a capital paranaense vivendo dias de escuridão. A prefeitura da capital quer iniciar o processo de retiradas e podas, mas a vereadora Vanda de Assis (PT) e a esquerda vêm pregando que as árvores são intocáveis, mesmo com a vida dos curitibanos em risco.

Somente em 2026, vários incidentes foram registrados. Os mais graves ocorreram na Praça Osório, quando uma jovem ficou tetraplégica após a queda de um galho na cabeça dela e um jovem quase morreu em um banco de praça devido ao mesmo problema; por sorte, o galho caiu ao lado dele, atingindo apenas o pé.

O temporal em Maringá ocorreu no mesmo ano em que a cidade canção se prepara para remover as árvores e restabelecer a segurança. A situação atual é de equipes da Copel trabalhando nas regiões afetadas e sem levantamento de casualidades até o momento.