A Capela Santa Cruz, localizada no Maringá Velho, bairro que completou 83 anos em 2025, está no centro de uma controvérsia. Há um movimento para mudar a cor da capela, que originalmente era de madeira e foi pintada de amarelo. Essa proposta é vista com preocupação por aqueles que valorizam a preservação da história da cidade.
O jornalista Angelo Rigon expressou sua expectativa por mais respeito à memória local, uma vez que a capela é considerada um símbolo de Maringá. Ele destaca que a capela é um patrimônio tombado, o que implica que não deveria sofrer alterações em sua estrutura, apenas restauros. A discussão em torno da mudança de cor levanta questões sobre a identidade cultural da cidade.
As sugestões para alterar a capela têm gerado reações negativas entre os moradores, que defendem a manutenção de sua aparência original. A situação reflete uma tensão entre modernização e preservação histórica, que é comum em várias cidades em crescimento.
A Capela Santa Cruz, portanto, permanece como um ponto de referência importante e um símbolo de resistência à mudança que pode apagar parte da memória da cidade.





